O Arraso
Como num ímpeto
Um momento de síncope
A acelerar batimentos e ferver
O sangue que regou sentimentos
A perceber
Que o instante da decisão foi
Cruel, vazio, falho
Mesmo com todas as boas
Lembranças - do que foi um dia
Nada supera, nada apaga
Dor, rancor, amargura
Ogulho esmagado
Do que foi, do que fui
Como serei?
Um ímpeto à síncope
A acelerar batimentos e ferver
O sangue que rega a vida (à vida)
A saber
Nada é tão ruim
Que não possa ficar tão bom
E ser melhor do que já foi
23.01.11
11:59am
Profundo isso... Conseguiu tirar tudo isso do que penso?! se conversar cmg mais de 30min intaum vai ter inspiração pra um livro.... Gostei muito. Boto Mallak
ResponderExcluirrsrsrs... Acho que sim, penso que não... um livro é muita coisa pra uma rélis escritora like me, mas, que bom que, aparentemente, agradou.
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