Me vejo às portas dos 30, sem nada material que posso chamar de meu, sem o amor que um dia já foi meu... meu consolo como ser humano é um outro ser humano com 12 anos de idade e que me enche de alegrias. Já sou mãe e aparentemente não tenho mais que reclamar ou exigir nada da vida, mas... e meu amor?
Foram quase cinco anos de relacionamento, quase quatro anos separados e agora me vejo perto de uma volta, reviravolta. Retomar o convívio com ele, o meu amor, será os impossíveis mais massacrantes da história de Priscila Frazão.
O amor que começou platônico, ficou real e agora voltou a ser platônico. Até onde irá o teor do meu sangue de barata? Não páro de sonhar e o mais engraçado é que os sonhos ficaram mais frequentes antes mesmo de saber da possibilidade de revê-lo.
Agora pude experimentar a longevidade dum amor verdadeiro, que supera brigas, desgastes e até mesmo o próprio tempo e a distância. Amor esse que NUNCA MORRERÁ.
Até ontem eu procuro em outros homens a mesma beleza, o mesmo feeling, a mesma pegada, o mesmo humor ácido, a mesma seriedade e compromisso, o mesmo homem... nunca achei e nem acharei porque ele é único, unicamente tosco rs.
Eu amo esse homem. Oh! Como amo!