Respondendo...
Nunca mais deixarei que chores
E que o martírio do passado ronde teus umbrais
Assombrando-o como um fantasma,
Aterrorizando-o como um assassino
Prestes a matar o que tens de melhor:
Teu toque, teu sorriso, teu cheiro
Que, sorrateiro veio,
Instalou-se em minhas coxas como um hospedeiro
Chegou e venceu a todos os meus medos
Os de sorrir, viver e amar
E, agora, mais que depressa imploro
Que não vás
Que não chores
Que não me arranques o gosto de ressuscitar
Reviver, reanimar
Aquilo que o martírio do passado quis eternizar
Mas que num doce golpe do destino
Foi vencido pelo verbo amar.
Priscila Frazão
01/11/2011
02:18am
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