O ser humano pode conviver tranquilamente sem sexo, mas não consegue viver tranquilo e calmo sem amor. Essa busca incessante, agonizante, interminável por um amor, pelo amor perfeito, pelo príncipe encantado montado no cavalo branco, pelo amante de metal, são paulino e responsável (esses últimos são por minha conta e gosto particular) consome muito de nosso tempo, de nossa beleza, de nosso dinheiro e nem sempre o resultado obtido é o esperado; nem sempre o que investimos tem retorno (quase nunca tem). A dúvida que paira pela cabeça de todas (os) é: procuramos nos lugares certos?
Agora, mais uma questão sem resposta: qual é esse "lugar certo"? Esse lugar existe? Será se precisamos mesmo de nos desgastar por conta dessa busca? Se eu for citar tantas questões como essas não haveria blog suficiente pra caber tantas delas... Mas o fato é que as dúvidas nunca deixarão de existir, nós nunca iremos aprender com tudo o que sofremos, cometeremos erros até que esse tão esperado, almejado, ansiado, sonhado e suado amor chegue à existência nas nossas vidas.
O que tenho aprendido ao longo dessa minha "nada mole vida" é que a ânsia não leva ninguém a lugar algum, pelo contrário, nos faz andar em círculos, dá olheiras, marcas de expressão e experiências que, pela vontade própria e em sã consciência, nunca passaríamos.
Esperar é preciso. Paciência é o ingrediente fundamental. Cuidar do "jardim para as borboletas pousarem" faz parte dessa jornada de espera e paciência, afinal, nunca se sabe quando nos encontraremos com o amor de nossas vidas.
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